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24 de setembro de 2024 por Arthur Kowarski

Mesmo com apoio em setores do governo, sinal verde para a Margem Equatorial ainda não sai

Mesmo com apoio em setores do governo, sinal verde para a Margem Equatorial ainda não sai
24 de setembro de 2024 por Arthur Kowarski

Durante a Rio Oil and Gas (ROG 2024), um dos principais eventos da indústria do petróleo no Brasil, o ministro de Minas e Energia Alexandre Silveira e a presidente da Petrobras Magda Chambriard defenderam o compromisso com a descoberta e exploração de novas jazidas de petróleo e gás.

Nesse sentido, ambos consideram fundamental o início da exploração de petróleo na Margem Equatorial. Alexandre Silveira afirmou no evento que a licença ambiental virá dos órgãos ambientais. “Tenho a mais absoluta convicção de que um governo com um líder tão desenvolvimentista, mas ao mesmo tempo responsável e comprometido com a sustentabilidade, não deixará que a soberania nacional se perca em extremismos que não contribuem com o Brasil”, disse o ministro.

Silveira parece colocar a responsabilidade nas mãos de Lula, mas resta saber até que ponto o presidente da República consegue pressionar por uma simples medida administrativa que é a concessão da licença à Petrobras. Medida esta que poderia ter sido anunciada na ROG 2024, em que representantes de toda a indústria estariam presentes.

A produção de petróleo no Brasil aumentou muito com a exploração do pré-sal nos últimos dez anos. Contudo, um estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) aponta que, se não forem descobertas novas jazidas, a produção deve atingir um pico no final desta década e cai a partir de 2030.

Como ainda não podemos abandonar o uso do petróleo como fonte de energia, até porque as fontes alternativas da chamada “transição energética” ainda não podem substituir os combustíveis fósseis, o mais estratégico para o Brasil é que a exploração na Margem Equatorial comece logo.

Curiosidade: enquanto ocorria a ROG 2024, Lula se retirava, em Nova York, de um evento com Bill Clinton, por causa de uma briga de seus seguranças com o Serviço Secreto dos EUA que protegia Joe Biden – com qual firmou diversos acordos pela redução de emissões de carbono.

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